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Macrófitas Aquáticas

As macrófitas aquáticas são, em sua grande maioria, vegetais terrestres que, ao longo de seu processo evolutivo, se adaptaram ao ambiente aquático. Por esse motivo, apresentam algumas características de vegetais terrestres e uma grande capacidade de adaptação a diferentes tipos de ambientes, o que torna sua ocorrência muito ampla.

Esses vegetais aquáticos ocupam uma grande variedade de ambientes e constituem habitats para colonização de diversas comunidades de organismos, tais como invertebrados bentônicos, propiciando uma maior diversidade biológica no meio aquático (Esteves, 1998).

Dentre os principais fatores limitantes para seu desenvolvimento destacam-se a disponibilidade de nutrientes minerais, a velocidade de corrente, a competição intraespecífica por espaço e a ação de predadores herbívoros. Devido ao seu ciclo de vida relativamente curto e à elevada produtividade, as macrófitas aquáticas muitas vezes ocupam grandes extensões em lagos artificiais e podem ser classificadas.

Quanto a sua forma no ambiente:

• Submersa fixa: enraizada no fundo, caule e folhas submersos, geralmente saindo somente a flor para fora d’água.

• Submersa livre: não enraizada no fundo, totalmente submersa, geralmente emergindo somente as flores.

• Flutuante fixa: enraizada no fundo, com caule e/ou ramos e/ou folhas flutuantes.

• Flutuante livre: não enraizada no fundo, podendo ser levada pela correnteza, pelo vento ou até por animais.

• Emergente: enraizada no fundo, parcialmente submersa e parcialmente emersa.

• Anfíbia ou semiaquática: capaz de viver bem tanto em área alagada como fora da água, geralmente modificando a morfologia da fase aquática para a terrestre quando baixam as águas.

• Epífita: que se instala sobre outras plantas aquáticas.